Não somos particularmente íntimos, você sabe, Call of Duty e eu. Mas posso dizer que estive presente em alguns dos seus melhores momentos, como quando reencenaram os acontecimentos iniciais de Círculo de Fogo (não o filme com robôs, mas aquele com Jude Law) e a famosa batalha de Stalingrado no primeiríssimo game da série, no assassinato de Fidel, em Blops, ou durante toda a polêmica envolvendo aquela matança desnecessária dentro de um aeroporto dos EUA, em MW2. Chega uma hora em que esse relacionamento começa a se desgastar, ser empurrado com a barriga. CoD: Ghosts é mais ou menos isso, com bons momentos aqui e ali, mas sem o fogo da paixão que um dia apaixonou não só a mim, como a vários outros jogadores. Em tempos de guerra Sempre achei CoD mais parecido com um "Os Mercenários" da vida, em comparação ao BF ser algo mais puxado para um "Falcão Negro em Perigo". Focos diferentes em suas respectivas tramas, não é surpresa nenhum apontar CoD como algo mais espetacular e cheio de ação hollywoodiana. Ghosts não foge do padrão, apesar do início cheio de clichezões mal aproveitados e surpresas nem um pouco surpreendentes. Aos poucos, as coisas vão mudando de figura e você, de fato, torce um pouquinho para a equipe fantasma liderada pela lenda em pessoa, Elias "Espantalho" Walker, pai de David e Logan, cujo a trama gira em torno. Uma caçada sem trégua ao terrorista Gabriel Rorke por diversos lugares do globo, tudo para tentar defender os EUA, ou o que sobrou dele após sua destruição completa dez anos antes.
Fonte: Call of Duty: Ghosts
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